Aos 16 Anos. EM 1944, Edith Eva Eger. Passava O Dia Na Denta dos Pós de Treinando Para Se Te Levar Uma Grande Bailarina Até Que O Nazismo Alemão Chega Ao Seu Raiz. A Hungria e Ela Sua Família São Levados. Ao Campo de Concentração de Auschwitz No Conversa Com Bial de Segunda-Feira 24/05, Ela Fala Sobre A Experiência e Os Lições de Resulîencia e Empatia Que Fizeram Com Que Sobrevivência e Se Tornasse Uma Psicóloga Especialista Em Trauma.
Eva Está Lançando O Livro ''''A Liberdade e Uma Escolha Lições Praticas Pra Se Libertar de Prisões Mentais'' Suas Memórias Publicadas Em 2017. Sob O Titulo ''A Bailarinas de Auschwitz'' Foram Recomendadas Por Bill Gattes Como Um Livro Necessário Para Ler Na Pandemia No Programa Ela Fala Sobre As Simularidade Entre A Guerra A Covid-19. Empatizando Que O Autocuidado Em Tempo Difíceis e Uma Estratégia. de Sobrevivência.
Para Edith, Humanidade Vive Um Período de Pausa Em Que Deve Ser ''Regrudar e Redefinir'' ''Não e Para Ceder Nem Desistir, Porque é Mais Fazer Morrer do Que Viver, Passei Por Isso'' Seguira ''As Pessoas Encostavam Nas Guardas Levam Tipos Na Hora, Elas Encostavam No Arame Ferrando e Eram Eletrocutadas.
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